Siringomas – O que são e como tratar

O Siringoma consiste basicamente em um tumor benigno, que ocorre em decorrência do aumento do ducto sudoríparo intra-epidérmico, que são os responsáveis pela produção de suor. Aparentemente está ligada a fatores genéticos e aparece com maior incidência em mulheres, especialmente de pele clara.

São feitas de células de gordura, da cor da pele, além de inofensivos, podem desenvolver-se em qualquer idade, mas normalmente aparecem depois da puberdade. Os Siringomas de forma geral, não causam coceira nem dor.

 

Eles desaparecem sozinhos?

Isto varia muito de pessoa para pessoa, mas o mais recomendado é utilizar os tratamentos estéticos disponíveis, cuja escolha depende da habilidade do profissional e da familiaridade dele com cada opção. Em alguns casos, opta-se pela associação de técnicas para que se obtenha um resultado estético de maior sucesso. Além das técnicas citadas mais acima temos outras, dentre elas estão:

  • Excisão cirúrgica de toda a área afetada
  • Laser de CO2
  • Cauterização com bisturi elétrico;
  • Cauterização química;
  • Remoção cirúrgica individual (de cada lesão) com tesoura delicada e seguida de ponto de sutura.

O resultado estético dos tratamentos costuma ser satisfatório, melhorando muito a aparência das lesões. Contudo, não é definitivo. Podem ocorrer recidivas, fazendo com que novas abordagens se tornem necessárias, assim como não existe uma maneira de impedir com que novas lesões apareçam naqueles pacientes que são predispostos a desenvolvê-las.

As Causas do Siringoma:

O motivo exato pelo qual os Siringomas se desenvolvem ainda não é entendido. Existem algumas pessoas que são definitivamente mais propensas à condição do que outras indicando uma causa genéticoa Outras possíveis causas do aparecimento de Siringomas incluem:

  • As mulheres são mais propensas a ter Siringomas do que os homens em todas as faixas etárias;
  • As raças asiáticas ou afro-americanas são mais vulneráveis ​​aos Siringomas do que outras raças;
  • As condições médicas subjacentes, como Síndrome de Down, diabetes e síndrome de Ehler-Danlos, aumentam o risco de desenvolver Siringomas;
  • Suor excessivo ou glândulas écrinas;
  • Puberdade e desequilíbrio hormonal.

 

Como tratar o Siringoma?

Embora inofensivos, os siringomas podem afetar a aparência de uma pessoa, especialmente se eles ocorrem na face. Se você sofre desta condição, é importante consultar seu médico ou dermatologista para determinar se há alguma razão médica para a doença e se é necessário qualquer tratamento; dependendo da causa, ele pode pedir uma biópsia.

 

Alternativas de tratamento para a remoção de siringomas incluem:

  • Método de excisão – neste procedimento, o seu dermatologista irá cortar e remover cada siringoma individualmente. A anestesia pode ser necessária para que o procedimento não seja doloroso e nem demorado.
  • Dermoabrasão – na dermoabrasão, o siringoma é raspado até que a pele pareça lisa.
  • Tratamento com laser – um laser de CO2 é utilizado para matar as células. Este método é eficaz para o tratamento de casos graves de siringoma.
  • Cirurgia – para siringomas profundos, a cirurgia ou o congelamento com nitrogênio líquido é uma boa opção.

 

ATENÇÃO: Todos os procedimentos acima têm seus riscos e complicações.

Cicatrizes, vermelhidão e manchas escuras são efeitos secundários possíveis.

O siringoma não exige tratamento por razão médica; o objetivo é somente estético. Raramente, o prurido exige o uso de alguma medicação. O tratamento do siringoma depende do volume, quantidade e extensão das lesões e visa a destruição e remoção das lesões, tornando a pele mais lisa. Pode ser feito por meio de uma pequena cirurgia, normalmente feita com o uso de um anestésico tópico sob a forma de cremes ou pomadas. Apenas em alguns casos, em que a lesão é maior, precisa-se fazer um anestésico local injetável.

 

Existe um tratamento preventivo?

É impossível fazer um tratamento preventivo do siringoma. Assim que surgirem as primeiras lesões, é recomendável procurar um médico dermatologista pra fazer uma avaliação.

A opção de tratamento sempre dependerá da extensão das lesões e de suas características, bem como do fototipo de pele da paciente. O uso de laser CO2 tem obtido bons resultados. É um tratamento não invasivo, requer uma anestesia local e grande habilidade do médico dermatologista na operação do equipamento para que cicatrizes sejam evitadas.

O tratamento por eletrocoagulação (eletrocautério) é bastante eficaz para retirar as lesões do siringoma, mas podem causar manchar na pele ou cicatrizes.

Um pouco de inchaço e desconforto pode ocorrer após o procedimento, mas a cicatrização é rápida. Algumas sessões serão necessárias para que as lesões sejam totalmente eliminadas. A recuperação é completa, mas com o tempo, os siringomas podem voltar.

Por último, mas não menos importante, certificar-se de que sua pele está limpa o tempo todo, é a melhor maneira de prevenir o aparecimento potencial de siringomas no futuro.

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