Xantelasma | Saiba mais sobre essa patologia de pele

Xantelasma: Saiba mais sobre essa patologia

Olá, nesse artigo eu quero te explicar o que é XANTELASMA, uma patologia de pele que incomoda bastante as nossas clientes. Leia o artigo até o final e lembre-se de deixar a sua opinião sobre o tema, ok?

Boa leitura!

 

Definição

O termo xantelasma é derivado do grego xanthos (amarelo) e do elasma (placa de metal batido).

É um transtorno comum que se desenvolve na superfície anterior da pálpebra e é considerado como uma alteração do metabolismo local das gorduras que produz depósitos de lipoproteínas.

Se apresentam como placas amareladas, geralmente dos dois lados da face, localizadas no canto médio das pálpebras superiores e inferiores.

Eu vou te explicar melhor:

As células do sangue chamadas de monócitos migram para a pele desenvolvendo o papel de fagocitose.

 

Como se forma o Xantelasma

Quando os monócitos migram para a pele mudam o nome para fagócitos. Essas células combatem corpos estranhos, mas ao migrar para a pele elas estão carregadas de lipídeos e instalam-se na derme superficial e nos tecidos, e esses lipídeos são gorduras que se acumulam formando as bolsinhas que se denominam xantelasmas.

Quando o colesterol está alto os lipídeos encontram-se em maior quantidade formando o xantelasma.

 

 

Epidemiologia

Eles ocorrem mais frequentemente em pessoas idosas. As mulheres no climatério são as mais afetadas.

Uma maior incidência também é observada em pacientes com diabetes, níveis elevados de lipoproteínas plasmáticas ou más condições do ducto biliar.

 

Sintomatologia

Os pacientes são assintomáticos, ou seja, não possuem sintomas.

Tratamento e prognóstico:

As placas podem ser removidas cirurgicamente, cauterizadas ou tratadas com cirurgia a laser.

A incidência de recorrência é alta, o tratamento é indicado por razões estéticas.

Quando estas lesões são removidas, o cirurgião deve ter cuidado para não remover muito tecido das pálpebras, porque haveria um risco de uma cicatriz hipertrófica.

Outras opções de tratamento incluem excisão cirúrgica com blefaroplastia, ablação por laser de CO2, aplicação tópica de ácido tricloroacético (TCA) a 100% e crioterapia.

Uma extensão de profundidade pode ser encontrada até o músculo orbicular dos olhos, caso em que o tratamento superficial ablativo não terá sucesso.

A lesão não responderá aos tratamentos ablativos superficiais.

O xantelasma pode ser macio, quase sólido ou muito sólido, nas pálpebras superiores são muito mais frequentes do que nas pálpebras inferiores. Podem se tornar permanentes.

A restrição alimentar de gorduras apenas controla a evolução do xantelasma.

 

Quais são as complicações pós tratamento?

No caso de cirurgia pode ocorrer cicatrizes hipertróficas e no caso de co2 ou aplicação do TCA pode ocorrer hipopigmentação no local.

As lesões podem não responder às técnicas de ablação superficial.

 

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